O glaucoma leva a perda lenta e gradual da visão, fazendo com o que o paciente não perceba a doença. Infelizmente, cerca de 50% dos pacientes, já possuem doença moderada ao diagnóstico.

A incidência aumenta com a idade, sendo mais comum nos idosos. Pode acometer até 10% da população em geral e é considerada uma das maiores causas de cegueira no mundo.

Pacientes com aumento da pressão intraocular são mais propensos a desenvolver essa doença. A presença de casos na família (hereditariedade), alta miopia, uso de corticóides, traumas, uveítes e a raça negra, são outros fatores de risco.

Como a doença não apresenta sintomas, é importante a consulta com médico oftalmologista para o exame do nervo óptico, aferição da pressão intraocular, exame do campo de visão e a análise da camada de fibras nervosas, para se tentar fazer o diagnóstico precoce. Nas fases mais tardias, o paciente perde sua visão periférica (queda do campo visual), ficando apenas com a visão central.

O tratamento é feito a base de colírios ou até laser nas fases iniciais. A cirurgia anti-glaucomatosa pode ser realizada em casos refratários ou em glaucomas mais severos.

Dr. Rodrigo Espíndola
Oftalmologia


Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Membro da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (BRASCRS).



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