É uma das queixas mais comuns nos consultórios oftalmológicos. Caracteriza-se por alterações da superfície ocular ocasionadas pela diminuição da produção lacrimal ou alteração de componentes da lágrima diminuindo sua qualidade.
Os sintomas são variados e intensificam-se com a idade: ardência, coceira, sensação de areia nos olhos, olhos vermelhos, visão turva e secreção.

Vários são os fatores que podem causar ou potencializar o olho seco: vento excessivo, uso crônico de lentes de contato, ar-condicionado, poluição, pó, fumaça de cigarro, uso de computador, maquiagem e clima seco. Algumas medicações também podem diminuir a produção da lágrima como remédios para hipertenção arterial, anti-alérgicos, descongestionantes, antidepressivos, anticolinérgicos e outros.

Existem várias doenças que são intimamente relacionadas com o olho seco: artrite, lúpus, sarcoidose, doenças da tiróide, entre outras.

Para o tratamento, o médico deve reconhecer a condição predisponente do olho seco para cada paciente. De maneira geral, colírios lubrificantes (lágrimas artificiais) devem ser prescritos, associados a outras medidas como mudança na dieta e hábitos. A associação de outros colírios (antinflamatórios, corticóides e imunomoduladores) pode ser necessária. Em casos graves, pode-se recorrer a procedimentos cirúrgicos com a oclusão dos pontos lacrimais.

Dr. Rodrigo Espíndola
Oftalmologia


Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Membro da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (BRASCRS).



Agende sua consulta
Compartilhe com um amigo(a)










Enviar
Compartilhe com um amigo(a)










Enviar
Compartilhe com um amigo(a)










Enviar